Publicado em 25 de janeiro de 2013

Reunião define Campanha de Combate à Hanseníase

Foto: Deork Daniel
Foto de várias pessoas em um auditório durante uma reunião
A reunião contou com a presença dos profissionais de saúde do município

Nesta quinta-feira, dia 24, houve uma reunião com profissionais de saúde de Rio das Ostras para abordar detalhes da Campanha de Combate à Hanseníase no município, que este ano tem como tema “Em busca da Mancha Suspeita da Hanseníase”. O dia de combate e alerta contra a doença acontece neste domingo, dia 27, e a informação e a conscientização são ferramentas importantes utilizadas pelo Programa de Controle da Hanseníase.

A partir da próxima segunda, dia 28, até o dia 30, diversas palestras estarão acontecendo nas unidades de saúde do município, principalmente para alertar sobre os primeiros sinais da doença. Uma parceria firmada com a UFF – Universidade Federal Fluminense, prevê a participação de 28 estudantes de enfermagem na campanha.

Os casos suspeitos serão encaminhados para o Centro de Referência da doença que funciona no Centro de Saúde em Extensão do Bosque. Todos serão atendidos no dia 31, quinta-feira. “Lá, os pacientes serão examinados por médicos credenciados pelo Ministério da Saúde e passarão por exames necessários”, destaca a coordenadora do Programa de Controle da Hanseníase, Ivani Olive.

SINTOMAS - O autoexame, onde o paciente pode perceber uma mancha na pele e a falta de sensibilidade é importante. A hanseníase se manifesta principalmente acometendo a pele e os nervos. A lesão típica é uma mancha mais clara que a pele e associada à perda de sensibilidade no local. A hanseníase é classificada de acordo com a resposta do nosso organismo à presença do bacilo. No início a dormência é restrita a lesão, mas se não tratada pode destruir nervos levando a perda completa da sensibilidade e paralisia nos membros e face. A distribuição de remédios é gratuita e, ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, em face do estigma que esta doença tem, não é necessário o isolamento do paciente. Aliás, a presença de amigos e familiares é fundamental para sua cura.

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