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Rio das Ostras avança na estruturação de Plano de Mobilidade Urbana

Publicada em: 27 de agosto de 2014 - 10h16 Por: Departamento de Jornalismo - ASCOM

Município inicia tratativas com o Coppe/UFRJ para assessoria no desenvolvimento do Projeto

Rio das Ostras se prepara para desenvolver o Plano de Mobilidade Urbana do Município. O objetivo é definir as diretrizes que vão nortear as ações de prioridade e a execução prática da lei. O plano de mobilidade complementa o plano diretor do município, dando diretrizes para o desenvolvimento da mobilidade urbana. No dia 20 de agosto,

objetivando a integração entre os diferentes modos de transporte e a melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas e cargas no território do Município.

Municípios acima de 20 mil habitantes, ou que tenham forte influência turística, devem apresentar o plano até maio de 2015, sob pena de perder direito a recursos federais.

A partir da edição da Lei Federal nº 12.587/2012 (BRASIL, 2012), que instituiu as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, os Planos de Mobilidade Urbana reafirmaram-se como instrumento de efetivação dessa Política Nacional, integrando e compatibilizando com os respectivos planos já existentes, em particular, com o respectivo Plano Diretor.

A mobilidade deve ser planejada de acordo com as necessidades locais, levando-se em conta fatores econômicos, sociais, ambientais e geográficos de cada região.

No plano estadual existem direcionamentos pra que os municípios desenvolvam seus planos cicloviários enquanto os planos de mobilidade urbana estão sendo executados.

Quem não entregar seus planos na primeira chamada, em março de 2015, deverá fazer em maio do mesmo ano, como entrega final.

As soluções de mobilidade exigem ações integradas e abrangentes que facilitem o deslocamento das pessoas, criando oportunidades para que usufruam do ambiente urbano sem ter que percorrer grandes distâncias.

“Ter a chancela de uma instituição como a COPPE/UFRJ dá um panorama diferenciado na análise do plano pelo Ministério das Cidades.
Sem sombra de dúvidas o melhor benefício é ter um plano com fortes bases científicas, alinhado com estudos atuais e modernos.
Modelos de previsão de dados, coleta de contagens pelo município, auxílio no desenvolvimento do Plano Cicloviário, previsão dos futuros eixos viários do município, palestras e audiências estão no escopo dos trabalhos”, explica o diretor do Departamento de Acessibilidade e Mobilidade, Eduardo Almeida.

Já estamos transformando os eixos detectados em rotas. A Secretaria de Planejamento é a responsável por essa etapa, uma vez que a Sectran fez a detecção dos eixos.

É importante saber a vocação da rota, se será turística, de uso funcional, se é ambiental ou outro critério válido para a cidade.
Já estão identificando os equipamentos que poderão compor cada rota, como tipo de sinalização, paraciclos, etc.
Foi feito um projeto bem simples de um paraciclo que utiliza pneus descartados para serem usados como elemento de apoio e fixação para bicicletas. É muito usado em rotas turísticas e ambientais. Além de ser ambientalmente correto, tem um custo muito baixo de implementação. A prefeitura já está estudando os pontos para iniciar a instalação desses equipamentos. Será um passo importante também para a nova linguagem do uso da bicicleta na cidade. Faz parte do plano mas será uma etapa a ser adiantada para execução.

Rio das Ostras Cidade Bike – para o desenvolvimento do Plano de Mobilidade Urbana, o Município de Rio das Ostras tem recebido um apoio de peso, ciclistas e idealizadores do projeto Rio das Ostras Cidade Bike

 

 

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