Casa da Mulher participa do ‘Quebrando o Silêncio’
Publicada em: 27 de agosto de 2012 - 18h18 Por: Departamento de Jornalismo - ASCOMRepresentantes da Casa da Mulher de Rio das Ostras participaram na tarde de sábado, dia 25, do evento “Quebrando o Silencio”, organizado pela Igreja Adventista. Palestras e apresentações musicais e de versos foram ministradas por profissionais liberais e líderes religiosos sempre com o objetivo de valorizar a mulher e encorajá-las a denunciar seus companheiros mediante qualquer ato de violência, seja física, verbal ou psicológica.
A diretora da Casa da Mulher, Pryscila Viera, esteve presente com sua equipe durante toda a tarde e palestrou sobre “Os Tipos de Violência contra a Mulher”. A advogada aproveitou para mostrar dados importantes sobre o crescimento de denuncias nos últimos anos como resultados positivos das campanhas baseadas na Lei Maria da Penha.
“Nós trabalhamos orientados pela Lei Maria da Penha e acreditamos que a denúncia ainda é a solução para acabar com a impunidade dos agressores. Temos dados positivos de mulheres que tiveram coragem para fazer queixa de seus parceiros e hoje vivem longe desta situação”, relata a coordenadora.
Para o Pastor Claudio Giron, é importante que as instituições religiosas se preocupem com este tema e que promovam ações que motivem o fim de toda e qualquer agressão. “As Igrejas têm uma credibilidade muito grande na sociedade. As pessoas nos ouvem e muitas vezes atendem nossos aconselhamentos. O ‘Quebrando o Silêncio’ é um movimento que há oito anos leva reflexões e ações concretas contra a violência para nossos fiéis”, conta Cláudio.
Sonia Lopes é assistente social do Centro de Referencia de Assistência Social – Cras Central e está na luta em beneficio da mulher desde a inauguração da Casa da Mulher de Rio das Ostras, em 2007. Ela acredita e apoia a unificação entre município e Igreja. “Temos que ir aonde somos chamados, pois precisamos orientar e conversar” conta.
QUEBRANDO O SILÊNCIO – É um movimento mundial idealizado pelo Ministério das Mulheres da Igreja Adventista. O projeto foi lançado em Maryland, nos Estados Unidos, e tem colaborado no apontamento e na orientação de vítimas para saber como denunciar seus agressores.



