Fiscais visitam feiras livres, orientam ambulantes e lojistas
Publicada em: 5 de agosto de 2021 - 15h03 Por: Departamento de Jornalismo - ASCOM



Garantir o cumprimento da legislação referente aos vendedores ambulantes e ao mesmo tempo orientar sobre o Programa Renda Alternativa de Rio das Ostras. Com esses objetivos, a equipe da Coordenadoria Geral de Fiscalização e Postura (Comfis) visitou, no último fim de semana, as feiras livres da Cidade. Os fiscais aproveitaram para informar que deram início a um projeto educativo voltado para a formação dos ambulantes.
Durante a ação, fiscais orientaram os feirantes e, nos locais em que encontraram irregularidades, apreenderam mercadorias comercializadas por ambulantes não cadastrados e notificaram os responsáveis. Quem ainda não integra o Renda Alternativa foi informado que, para se regularizar, deve abrir um protocolo na Prefeitura solicitando autorização. No documento precisa constar os produtos que deseja vender e o local no qual planeja atuar.
“Estamos iniciando um projeto educativo para os integrantes do Programa Renda Alternativa que tem como prioridade orientar e qualificar os ambulantes. Noções básicas de venda, dicas de como se vestir, como tratar o cliente e, principalmente, de higienização fazem parte da iniciativa. Também vamos informar os ambulantes sobre as leis municipais que regem a atividade”, explicou a coordenadora da Comfis, Carmem Cristina Kanda.
AÇÕES CONTINUADAS – Durante os dias da semana, fiscais continuam atuando para orientar lojistas e ambulantes sobre as medidas restritivas de prevenção à Covid-19. Nesta quinta-feira, dia 5, estiveram no Centro da Cidade para vistoriar os comércios que, entre outros protocolos sanitários que devem seguir, são obrigados a disponibilizar álcool 70 em local visível para os clientes.
Conforme lembra a coordenadora da Comfis, também os ambulantes que vendem produtos nas ruas, além de usar máscara de proteção, devem disponibilizar álcool 70. “Os integrantes do Renda Alternativa que trabalham com alimentação precisam utilizar luvas e, como não é permitido o consumo no local, colocar os produtos vendidos em embalagens para viagem”, informou.


