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Tecnologia e humanização são marcas da UTI de Rio das Ostras

Publicada em: 12 de agosto de 2009 - 09h24 Por: Departamento de Jornalismo - ASCOM

Unidade completa um ano e registra sobrevida acima da recomendada pelo Ministério da Saúde

A Unidade de Terapia Intensiva – UTI do Hospital Municipal de Rio das Ostras completa um ano de atividades, com números muito positivos. Em um ano, 300 pacientes passaram pela UTI de Rio das Ostras e 70% deles tiveram alta. Esta média de sobrevida é maior do que a recomendada pelo Ministério da Saúde e faz da unidade uma referência na região.
A unidade hospitalar é destinada ao atendimento de pacientes graves ou de risco que necessitem de assistência médica e de enfermagem constante, com equipamentos específicos e equipe multidisciplinar. Hoje, 70 profissionais – médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, técnicos de enfermagem e auxiliar administrativo – trabalham em sistema de plantão de 24 horas.
Além de profissionais qualificados especificamente para o trabalho, a UTI de Rio das Ostras conta com equipamentos de última geração para diagnóstico e apoio técnico ao trabalho, como ultra-som, eletrocardiógrafo convencional e portátil, ecodoplercardiógrafo, tomógrafo computadorizado, endoscópio digestivo, colonoscópio, eletroencefalógrafo e aparelho de raios x.
Humanização – Segundo o cardiologista Lucas Dias Rodrigues, diretor da UTI, o perfil humanizado é o que diferencia a unidade de Rio das Ostras. “Os números positivos que conseguimos aqui são o resultado da implantação da política de humanização, recomendado pelo Ministério da Saúde, e priorizada pelo prefeito Carlos Augusto e pelo secretário municipal de saúde, Dr. Sérgio Manhães”, disse.
Há seis meses Luiz Ferraz, de 76 anos, sofreu uma parada cardio-respiratória e chegou ao Pronto Socorro de Rio das Ostras desacordado. Passou cinco dias na UTI em coma. Sua esposa Glória foi quem contou sobre o tratamento humanizado que receberam no hospital. “Toda equipe do hospital trabalha para salvar vidas. É diferente dos outros lugares. Se estivéssemos no Rio, por exemplo, tenho certeza que Ferraz não estaria aqui contando essa história”, declarou.
Luiz Ferraz não se lembra dos dias na UTI, somente da recuperação, na enfermaria. “Como dizem que eu cheguei ‘zerado’ no hospital e não me lembro de nada, estou começando uma nova vida. Quanto mais eu puder viver melhor”, conta ele com muita alegria.

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