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Orientação sobre prevenção à raiva após acidente com animais

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    Vigilância em Saúde orienta sobre as primeiras medidas após possível contato com o vírus e quando é necessario soro ou vacina
Publicada em: 13 de Maio de 2026 - 09h17 Por: Departamento de Jornalismo - ASCOM
Vigilância em Saúde orienta sobre as primeiras medidas após possível contato com o vírus e quando é necessario soro ou vacina Foto: Divulgação

A Vigilância em Saúde de Rio das Ostras orienta a população quanto ao protocolo de prevenção da raiva em seres humanos após acidentes envolvendo mordidas ou arranhões de animais ou qualquer outro contato com risco de transmissão do vírus.

A primeira medida recomendada é procurar a unidade de saúde mais próxima para realizar a limpeza adequada do ferimento e passar por avaliação médica.

Durante o atendimento, os profissionais de saúde avaliam o tipo de exposição, a gravidade e a localização da lesão, além das condições do animal envolvido. Também é analisada a possibilidade de observação do animal por um período de dez dias.

Quando o animal está saudável e pode ser acompanhado sem apresentar sinais da doença, o paciente poderá apenas permanecer em observação ou receber vacinação, conforme avaliação clínica.

QUANDO RECEBER VACINA OU SORO?

Caso o animal apresente sintomas suspeitos, desaparecer, morrer ou não puder ser monitorado, a pessoa atingida deve começar o esquema de vacinação antirrábica imediatamente.

Nos acidentes considerados graves como mordidas profundas, múltiplas lesões ou ferimentos em regiões de maior risco, como cabeça, face, mãos e pés, além da vacina, pode ser necessária a administração do soro antirrábico.

Todo esse protocolo tem como objetivo prevenir a raiva humana, garantindo atendimento rápido e tratamento adequado, uma vez que a doença é extremamente grave e apresenta alta letalidade após o surgimento dos sintomas.

POLOS ESPECIALIZADOS – A organização do atendimento e da distribuição de vacinas e, principalmente, do soro antirrábico segue critérios rigorosos definidos pelos órgãos de Saúde Pública. Os polos estratégicos de atendimento são estabelecidos pela Secretaria Estadual de Saúde em parceria com o Ministério da Saúde, garantindo que os insumos estejam disponíveis em locais prioritários para atendimento da população.

Devido à complexidade da produção do soro antirrábico e das vacinas, a gestão dos estoques é realizada de forma estratégica, com distribuição controlada para otimizar os recursos disponíveis. Esse planejamento é essencial para assegurar o acesso ao tratamento, especialmente em situações de escassez nacional ou regional.

Na região da Baixada Litorânea, no Estado do Rio de Janeiro, o atendimento especializado está concentrado nos polos de referência de Araruama e Cabo Frio.

Em caso de acidente com risco de transmissão da raiva, a orientação é procurar inicialmente a unidade de saúde mais próxima para avaliação médica. Caso haja necessidade de aplicação do soro antirrábico, o paciente será encaminhado para um desses polos especializados.

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